Quando precisamos de silêncio, quando não queremos que nada nos perturbe, aparece algo do meio do nada, algo que nos tira a concentração e faz-nos mudar a nossa direção, faz-nos alterar o nosso caminho. Tu surgiste, exatamente do meio do nada, sei eu nem saber bem como, mas apareceste a meu lado. Desviaste-me da minha rota, do meu objetivo que nos últimos tempos só me conseguia levar à solidão (…) Sim, eu agradeço-te por me estar a desviar deste tão interminável modo de pensar. É verdade que eu nem sempre sou o mais sincera contigo, que nem sempre te consigo dizer a verdade, nem sempre consigo evitar te tratar de uma forma um pouco má, mas eu preciso de uma defesa, para que não sofra como já sofri no passado. Prometo-te a ti e apenas a ti, que um dia conseguirei deitar o passado para trás das costas e mandar-me de cabeça ao que sinto, sem hesitações, medos, nem receios!

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